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Laser para estria

As temidas estrias têm solução? O avanço tecnológico da medicina estética oferta atualmente o laser para estria como forma efetiva de combate aquelas riscas brancas ou avermelhadas que costumam surgir nas nádegas e até na barriga, após a gestação.

laser para estria

A indicação do laser para estria deve partir de um dermatologista e após análise clínica do paciente. Aspectos como a cor da pele, tempo da lesão e tendência a formação de queloides influenciam diretamente na indicação do tratamento.

Por isso, consultar-se com um médico e realizar o laser para estria em um local gabaritado é fundamental, uma vez que se utiliza o laser CO2 fracionado ablativo, ou seja, o equipamento provocará uma queimadura na região induzindo assim a produção de colágeno e elastina, ambos componentes importantes no processo cicatricial.

Saiba a seguir sobre como as estrias surgem e como tentar eliminar a condição com o uso de tratamentos a laser, conforme informações cedidas pela Dra. Renata Rufato, fundadora da clínica RRufato.

A determinação da indicação ou não do laser para o tratamento da estria tem como base o seu tipo. Hoje a condição é dividida em: vermelhas ou arroxeadas e as brancas. Sendo as vermelhas ou arroxeadas mais superficiais e recentes; e as brancas, mais profundas e antigas.

A largura das estrias tem relação com a extensão do dano que a pele sofreu, então estrias mais finas significam menos lesão e as estrias mais largas representam mais lesão.

Os lasers ablativos ou não ablativos podem ser utilizados para esse tipo de tratamento. O laser CO2 fracionado pode ser usado em qualquer um dos tipos de estrias mencionadas anteriormente. O que ocorre é uma diferenciação quanto a potência utilizada e o resultado na pele. As estrias que apresentam coloração, ou seja, as mais recentes apresentam resultados melhores do que as esbranquiçadas e mais antigas.

Neste segundo caso o que ocorre é uma diminuição da coloração esbranquiçada e de estimulação de fibras de colágeno que melhoram o aspecto da região que recebeu a aplicação de laser para estria.

O procedimento, por mais simples que seja — aplicação de laser no local em que a estria se formou — demanda cuidados específicos. É imprescindível que o tratamento de laser para estria seja feito por um dermatologista, conforme a orientação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Isso deve-se ao fato do risco do equipamento, quando manuseado de forma errada, resultar em queimaduras, hiperpigmentação, hipopigmentação e cicatrizes permanentes.

É importante que o paciente que será submetido a um tratamento de laser para estria saiba que ele precisará de alguns cuidados antes do procedimento. Se ele estiver usando produtos cosméticos que tenham ácido, é necessária a suspensão de três dias antes da aplicação do laser.

No dia, ele deve estar com a pele livre de produtos (hidratantes, perfumes e afins). É fundamental retirar itens de metal como brincos, correntes, anéis e tornozeleiras para que não ocorra qualquer interferência no equipamento.

Peles bronzeadas podem não receber bem o tratamento e resultar em hipopigmentação. Ou seja, nada de sol no período antes do tratamento, e posteriormente, no processo de cicatrização.

A pele deve ser higienizada pelo profissional de medicina estética, assim como é necessário adequar o aparelho ao tratamento a laser para estria — tais máquinas de laser são usadas para diversos protocolos, até mesmo o de rejuvenescimento íntimo.

Por mais que o laser para estrias resolva a questão, ele apresenta algumas contraindicações. São elas:

  • Seu uso é contraindicado em pacientes com pele negra;
  • Pessoas com tendência a cicatrizes e queloides;
  • Não pode ser feito em pacientes portadores de vitiligo;
  • É contraindicado a pessoas portadoras de lúpus e outras doenças fotossensíveis;
  • Pessoas com herpes devem se curar antes de submeter ao tratamento;
  • Mesma indicação para pacientes com infecções na pele.

Como mencionado, o laser para estria é um tratamento invasivo, pois provocará uma queimadura no local para posterior regeneração. Devido a isso, a correta higienização, hidratação e muita atenção a exposição solar são fundamentais durante toda a etapa de tratamento e no pós também.

É imprescindível que o paciente não pegue sol entre 30 a 50 dias após o laser para estria, sendo que o uso do bloqueador deve ocorrer mesmo sem a exposição direta. Os raios solares ultrapassam o tecido, logo, o bloqueador solar será o melhor amigo do paciente que está em tratamento de remoção de estrias com laser.

O número de sessões e o tempo total do tratamento de laser para estria dependerá da condição do paciente. É comumente indicado o mínimo de cinco sessões, mas a depender da extensão da lesão, pode vir a ser necessário o dobro ou mais de sessões.

Esse tempo também é relacionado com os cuidados feitos em casa pelo paciente. Ao seguir à risca a indicação e não apresentar reações adversas, pode ser que o tratamento seja finalizado com mais agilidade.

O tempo correto e o número de sessões de laser para estrias só podem ser determinados pelo dermatologista e com base na necessidade do paciente. Agende uma consulta na clínica RRufato e tenha acesso aos protocolos mais modernos na atualidade.

O laser é um tratamento com alto valor agregado. O preço por sessão pode variar de R$ 100 até R$ 3.000, sempre dependendo da área a ser tratada, do laser, da tecnologia do equipamento e do honorário do médico dermatologista que fará o tratamento.

Entretanto, é importante salientar que a precificação correta só ocorre após consulta. O dermatologista precisa analisar a pele, identificar o que ocasionou o surgimento das estrias e qual a metodologia que trará o resultado esperado pelo paciente. Logo, atenção a promoções tentadoras e ofertas com número de sessões fechadas.

Essas são apenas algumas informações relativas ao laser para estria. Para ter acesso a todas as particularidades do tratamento, entre em contato com a clínica RRufato e agende uma consulta com nossa dermatologista especializada em protocolos com laser.